NOTÍCIAS
  • Requerimento de dispensa de contribuições para a Segurança Social entre 1 e 19 de Outubro de 2015
  • Produtores de Leite de Vaca Cru, respetivos Cônjuges e Trabalhadores

  • Foi publicada a Portaria nº328-B/2015 de Outubro, que estabelece as condições de dispensa do pagamento de contribuições para a segurança social, por um período de três meses, relativamente aos produtores de leite de vaca cru, respetivos cônjuges e trabalhadores. < Com esta portaria, ficam assim dispensadas do pagamento de contribuições para os regimes de segurança social, relativas aos meses de Setembro a Novembro de 2015, às explorações pecuárias de bovinos ativas no Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA) à data de entrada em vigor da presente portaria, que desenvolvem a atividade em território nacional, e realizaram entregas ou vendas diretas de leite cru de vaca no período entre 1 de Janeiro a 31 de Agosto de 2015.
  • São dispensados do pagamento de contribuições:
    • a) Os produtores Agrícolas enquadrados no regime dos trabalhadores independentes relativamente à atividade que exerçam nas referidas explorações, bem como os cônjuges que com eles exerçam efetiva e regularmente atividade profissional na exploração.
    • b) As entidades empregadoras relativamente aos trabalhadores que exerçam atividade ao seu serviço nas referidas explorações.
  • A operacionalização é realizada mediante a apresentação de requerimento, em modelo próprio (MOD. RC 3053-DGSS) do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, nos serviços competentes da segurança social, no período compreendido entre 1 e 19 de Outubro de 2015.
  • A dispensa do pagamento de contribuições relativa aos produtores agrícolas e respetivos trabalhadores, nos termos da Portaria nº 328-B/2015, determinam o registo de remunerações por equivalência à entrada de contribuições de acordo com o escalão de base de incidência contributiva que estiver em aplicação.
  • Lacticoop, 09 de Outubro de 2015
  • Comunicado de imprensa - FENALAC
  • LEITE NÃO PODE SER PARENTE POBRE DAS NEGOCIAÇÕES DA PAC 2014-2020

  • A FENALAC, enquanto representante do cooperativismo leiteiro nacional, observa com grande preocupação a evolução final das negociações da PAC 2014-2020, que decorrem por estes dias no Luxemburgo. Com efeito, nas últimas semanas temos dado conhecimento das nossas inquietações, tanto junto do Ministério da Agricultura como dos Eurodeputados nacionais em Bruxelas, no sentido de evitar aquilo que se pode confirmar, nas nossas piores expectativas, como o aniquilamento por via política do sector leiteiro em Portugal. Do nosso ponto de vista, o desenvolvimento futuro desta actividade económica no nosso país depende de um conjunto de decisões finais ao nível dos seguintes aspectos:
    • • Limite ao incremento das áreas que conferem direitos a pagamento base, de forma a permitir que os pagamentos continuem eficazes na salvaguarda do rendimento dos agricultores.
    • • Convergência interna do pagamento base das ajudas directas: entendemos como decisivo o estabelecimento de um travão às perdas das ajudas unitárias, em sectores como o leite, na medida em que, dada a reduzidíssima dimensão da propriedade, tal é essencial para a sua sobrevivência, e de toda a fileira e jusante. Se tal não for alcançado nesta negociação específica, alertámos para a necessidade absoluta de garantir a possibilidade de adoptar a regionalização com critérios agronómicos ou económicos das ajudas directas da PAC.
    • • Relativamente ao Greening, a isenção da retirada da área de interesse ecológico para explorações com dimensão mínima de pelo menos, 15 hectares, sendo que 20 hectares seria o valor ideal para salvaguardar sistemas de produção cuja viabilidade depende do aumento da autonomia da produção de forragens na própria exploração. É, também, absolutamente fundamental que as culturas em sucessão sejam contabilizadas como 2 culturas para efeitos de cumprimento da disposição.
    • • Ligamento das ajudas: criação das condições necessárias à manutenção de um nível de ajudas próximo do actual (pelo menos 20%), ainda que as prioridades sectoriais devam ser ajustadas posteriormente em função do rumo da reforma genérica da PAC agora em discussão.
  • Consideramos decisivo que as nossas propostas mereçam o forte empenho dos negociadores nacionais, pois da sua determinação e capacidade negocial depende a viabilidade económica de um sector que emprega cerca de cem mil pessoas e gera 2 mil milhões de euros em volume de negócios (1,3% do PIB).
  • A Direcção da FENALAC, Porto, 25 de Junho de 2013
  • Crianças que bebem leite tornam-se idosos mais saudáveis
  • Investigadores da Universidade de Bristol descobriram que crianças que bebem leite regularmente são fisicamente mais saudáveis quando ficam idosas. A investigação mostrou que pessoas idosas que consumiram maiores quantidades de leite e alimentos lácteos na infância aumentaram a capacidade de andar mais rápido e diminuíram as probabilidades de sofrer problemas de equilíbrio.
  • Essas descobertas podem ser importantes porque os problemas de equilíbrio que surgem com o avanço da idade aumentam os riscos de fracturas em pessoas idosas. Uma em cada três pessoas com mais de 65 anos sofre quedas sérias pelo menos uma vez por ano. O problema pode ser agravado pela osteoporose.
  • O consumo de leite, queijos e outros produtos lácteos ajuda a construir ossos fortes, fornecendo a quantidade de cálcio necessária durante a infância. Os investigadores da Escola de Medicina Social e Comunitária daquela Universidade quiseram entender se os benefícios do consumo de leite no começo da vida se prolongavam nas idades mais avançadas, tendo, com esse objectivo, estudado 400 homens e mulheres de 60 a 80 anos. Todos tinham participado de um estudo que começou nos anos trinta para analisar o efeito da dieta e do estilo de vida na saúde no longo prazo.
  • Para testar se eles tiveram algum impacto na saúde com o avanço da idade, os voluntários passaram por testes como velocidade de caminhada e equilíbrio. Os resultados, publicados no jornal Age and Aging, mostraram que as pessoas que gostam muito de leite caminham 5% mais rápido do que os que bebem pouco ou nenhum leite. Elas também têm 25% menos probabilidade de ter problemas potencialmente perigosos de equilíbrio.
  • "Esse é o primeiro estudo a mostrar associações positivas do consumo de leite na infância com o desempenho físico em idade avançada", disseram os investigadores.
  • As descobertas apoiam estudos anteriores que destacam os benefícios do consumo de leite no começo de vida. No ano passado, um estudo descobriu que crianças que bebiam leite tinham até 40% menos probabilidade de sofrer cancro de intestino quando adultos. Os alunos tinham 20% menos probabilidades de sofrer um tumor no final da vida se tivessem tomado leite todos os dias durante, pelo menos, 4 a 6 anos e 40% menos probabilidades se tivessem tomado leite por 6 anos ou mais. Acredita-se que o consumo de leite no longo prazo permite que altos níveis de cálcio se acumulem no corpo, protegendo o intestino contra danos do ácido biliar.
  • Fonte: Anilact
  • As Cooperativas agrícolas têm um papel crucial na gestão da volatilidade do mercado
  • As Cooperativas agrícolas têm um papel crucial na ajuda aos agricultores na gestão da volatilidade do mercado e na obtenção de preços mais elevados de leite.
  • Confrontado com as baixas margens e a extrema volatilidade nos mercados de produtos alimentares agrícolas, o Presidente do Cogeca Christian Pees sublinhou, no Fórum de Negócios do Cogeca para o sector leiteiro, que as cooperativas agrícolas desempenham um papel essencial no apoio aos agricultores nesses mercados voláteis, permitindo-lhes ainda garantir preços mais elevados para o seu leite. Regista-se um aumento da procura de leite e cooperativas são cruciais para ajudar os agricultores a aproveitar as oportunidades que daí advêm.
  • Os agricultores estão a ser confrontados com desafios cada vez maiores, como os crescentes custos de produção, a volatilidade do mercado, os regulamentos e obrigações onerosas e a crescente procura de alimentos a nível mundial. A excessiva volatilidade distorce os mercados e destabiliza a indústria agroalimentar. As Cooperativas leiteiras da UE contribuem para garantir a viabilidade da atividade dos agricultores nestes mercados voláteis. Elas respondem ao mercado e aos desenvolvimentos políticos, fornecendo um instrumento eficaz para os agricultores e garantindo-lhes um mercado mais estável, mantendo ao mesmo tempo a sustentabilidade ambiental.
  • Com a previsão da OCDE-FAO para o consumo de produtos lácteos nas economias emergentes, como China e Índia, a apontar para um crescimento de cerca de 30% até 2021, o setor cooperativo precisa ser competitivo para assim aproveitar as oportunidades de mercado e possibilitar que os agricultores se unam para fazer uso destes oportunidades significativas.
  • As Cooperativas leiteiras europeias também desempenham um papel decisivo na estabilização de preços no setor e estão em melhor posição para negociar preços mais elevados para os agricultores. Os resultados de um novo estudo realizado pela Comissão Europeia/Direcção-Geral da Agricultura confirmam que quando as cooperativas têm uma quota de mercado alta, os preços do leite para os agricultores também são mais elevados e volatilidade pode ser reduzida. As Cooperativas ajudam os agricultores a gerir melhor os riscos e a defender os interesses económicos dos agricultores. O quadro da Política Agrícola Comum e da sua Organização Comum de Mercado deve por conseguinte, permitir que as cooperativas leiteiras aumentem a sua dimensão, que aumentem o poder de compensação e que contribuam para uma cadeia de abastecimento alimentar mais equilibrada, conclui o Fórum de Negócios do Cogeca.
  • O “Fórum de Negócios do COGECA”, contou com a presença da CONFAGRI, da FENALAC, da LACTICOOP e da PROLEITE, foi uma oportunidade única para troca de conhecimentos entre os representantes das organizações associadas do COGECA e os CEO’s das cooperativas líderes de mercado da União Europeia.
  • Fonte: COGECA
  • Portugal estuda alternativas em caso de extinção das quotas
  • Portugal está a trabalhar em alternativas para apresentar em Bruxelas caso o fim das quotas leiteiras seja inevitável, continuando, contudo, a defender a existência deste regime, disse esta quarta-feira a ministra da Agricultura, Assunção Cristas. “Gostaríamos de manter as quotas leiteiras, não sendo isso possível e se se verificar que, de facto, não é possível, gostaríamos de ter alguma coisa que não nos deixe cair no vazio”, afirmou Assunção Cristas, em declarações aos jornalistas à saída do Conselho de Ministros de Agricultura, que decorreu em Bruxelas.
  • A ministra disse que Portugal está a “trabalhar para dar propostas concretas e ser uma voz construtiva junto da Comissão Europeia” nesta matéria. Sem adiantar as propostas que Portugal poderá apresentar, Assunção Cristas disse apenas que estão a ser analisadas “várias hipóteses”, nomeadamente questões ligadas à produção e à manutenção da produção, bem como questões relacionadas com a forma de aumentar o valor gerado em torno do sector do leite.
  • “Sabemos que Portugal é auto-suficiente em leite líquido, não é nos derivados do leite e, nessa matéria, também poderemos trabalhar”, argumentou. A ministra sublinhou que Portugal continua a defender a manutenção das quotas do leite, o que reconheceu ser “difícil”, uma vez que exigirá “uma grande alteração no Conselho de Ministros para reverter uma decisão que foi tomada em 2008”.
  • Por isso, acrescentou, “ao mesmo tempo que mantemos essa bandeira [manutenção das quotas] e o combate político por ela, estamos a começar a trabalhar em alternativas para colocar à própria Comissão”, disse. O fim das quotas leiteiras está previsto para 2015.
  • Conselho de Ministros deverá aprovar diplomas com impacto no sector do leite Entretanto, o Conselho de Ministros deverá aprovar, na quinta-feira, dois diplomas que têm implicações no sector do leite, disse hoje, em Bruxelas, a ministra da Agricultura, Assunção Cristas. "Espero que amanhã [quinta-feira] possamos aprovar em Conselho de Ministros dois diplomas que também têm implicação no sector do leite", afirmou Assunção Cristas. Em causa estão os diplomas relativos às práticas individuais restritivas do comércio e aos prazos de pagamento no sector agro-alimentar.
  • Fonte: Agência Lusa
  • LACTICOOP - 50 Anos ao serviço dos produtores de leite
  • Ocorreu no passado dia 23 de Março o 50º Aniversário da LACTICOOP.
  • São cinco longas décadas recheadas de vários acontecimentos desde a sua génese até hoje, que muito dignificaram todos aqueles que acreditaram neste projecto multigeracional, que começou a ganhar forma em 1924 quando um grupo de pequenos agricultores de Sanfins e Couto de Esteves no concelho de Sever do Vouga, se uniram revoltados contra a poderosa industria, e decidiram eles mesmos iniciar a recolha de leite, desnatando-o com vista à produção de manteiga que passaram a vender directamente ao público.
  • O objectivo era acabar com a especulação ao nível dos preços praticados pelas indústrias sedeadas no concelho de Vale de Cambra.
  • Os resultados obtidos por aqueles pequenos grupos de agricultores foram o fermento para um movimento crescente que se alargou progressivamente a outras freguesias e concelhos limítrofes.
  • Surgiram assim a Cooperativa Agrícola de Lacticínios de Sanfins e a Cooperativa Agrícola de Lacticínios do Vale do Vouga esta com sede na freguesia de Couto de Esteves.
  • Em 1962 a Cooperativa Agrícola de Arouca junta-se a este movimento e as três cooperativas fundam em 23 de Março de 1962 a LACTICOOP - União de Cooperativas de Produtores de Leite de Entre Douro e Vouga, com sede em Sanfins.
  • Em 1965 é implementado um projecto de recolha única, ao qual também aderiu a Cooperativa Agrícola de Oliveira de Azeméis que também se havia associado à União em 1964.
  • Em 1971 o movimento cooperativo estende-se ao Litoral com a adesão da Cooperativa Agrícola de Aveiro, Ílhavo e Vagos, procedendo-se nessa altura à alteração de designação Social para Lacticoop - União de Cooperativas de Produtores de Leite de Entre Douro e Mondego, que ainda se mantém nos dias de hoje.
  • Após o 25 de Abril de 1974, com o desmantelamento do sistema corporativo, novas cooperativas agrícolas foram surgindo na região como sucessoras naturais dos ex-grémios da lavoura e que se foram associando na Lacticoop perfazendo o número máximo de 26 associadas, sendo hoje 19 cooperativas.
  • Ao longo destas cinco décadas o caminho percorrido nem sempre foi fácil, em primeiro lugar porque a nível tecnológico partiu-se quase da “idade da pedra” em que do leite pouco mais se sabia que era de “cor branca e que fazia bem à saúde”.
  • Para além da organização da recolha e melhoria contínua da qualidade do leite, a LACTICOOP procurou sempre ajudar os seus produtores através do aconselhamento técnico especializado nas várias áreas que fazem parte de uma exploração leiteira.
  • Nas primeiras décadas, o papel principal da Lacticoop foi fomentar a produção de leite na sua área de influência, passando dos 100 milhões de litros/ano em 1976 para 202 milhões de litros/ano em 1988, aliado ao lançamento no mercado de novos produtos lácteos onde a qualidade foi sempre uma referência para o consumidor.
  • Com a integração de Portugal na União Europeia houve a necessidade de se estudarem novas formas de actuação no mercado do leite e mais uma vez no seio do movimento cooperativo houve o bom senso de unir esforços, donde resultou a constituição em 1995 a Lactogal Produtos Alimentares pelas três grandes Organizações Cooperativas Agros, Lacticoop e Proleite, no sentido de defender os nossos produtores da invasão maciça de produtos lácteos vindos dos principais países produtores da Europa.
  • Actualmente estamos a ser confrontados com uma crise económica e financeira duradoura que tem levado muitos produtores a abandonar o sector, continuando a Lacticoop a desenvolver todos os esforços para apoiar os produtores que ainda acreditam que vai ser possível voltar a viver momentos de maior prosperidade na nossa actividade.
  • Cronologicamente há a registar as seguintes datas marcantes na história da LACTICOOP:
    • 1962 - Constituição da LACTICOOP, União de Cooperativas de Produtores de Leite de Entre Douro e Vouga;
    • 1967 - Início da actividade fabril em Sanfins;
    • 1971 – Expansão da Lacticoop a sul do rio Vouga;
    • 1975 – A partir do dia 1 de Outubro a Lacticoop assume todas as operações inerentes ao ciclo económico do leite em substituição da Ex-Federação dos Grémios da Lavoura da Beira Litoral tomando conta da fábrica da Tocha;
    • 1995 – Constituição da Lactogal Produtos Alimentares, em parceria com a Agros e Proleite;
    • 1996 – Concentração das actividades fabril e comercial na Lactogal;
  • A história das empresas está sempre ligada à capacidade das pessoas que em cada momento as serviram, idealizando e implementando projectos onde a ambição não pode ter fim.
  • Correndo o risco de cometer injustiças para com muitas das pessoas que ao longo destas cinco décadas deram um contributo histórico para a criação e consolidação da LACTICOOP, devemos neste momento lembrar algumas figuras ilustres que ficarão para sempre na nossa memória colectiva.
  • O saudoso Engº Agostinho Pinto Cardoso, grande mentor e obreiro da União, merece lugar destaque na história da LACTICOOP. Também os Engºs Manuel Simões Pontes e José Gamelas Júnior, ambos técnicos à época ao serviço do ministério da tutela, deram um forte contributo na transferência de funções do sistema corporativo para a União. É também de enaltecer a acção desenvolvida pelos membros da Comissão Liquidatária Federação Dos Grémios da Lavoura da Beira Litoral.
  • Finalmente merecem uma palavra de apreço todos os membros dos Órgãos Sociais da LACTICOOP que ao longo destas cinco décadas mantiveram viva a chama da União, na pessoa dos Presidentes da Direcção, Dr. David Dias Cabral, Prof. Telmo Martingo de Oliveira Pato, Sr. João Simões Pandeirada e eu próprio Joaquim Maria de São José Cardoso.
  • O Presidente da Direcção,
    Joaquim Cardoso

  • Cinquenta Anos
  • No dia 16 de Novembro de 1961, com a presença do Engº Manuel Simões Pontes, realizou-se na sede do Grémio da Lavoura de Sever do Vouga a primeira reunião de delegados das Cooperativas de Arouca, de Sanfins e do Vale do Vouga, com o objectivo de entre elas se criar uma União de Cooperativas, cuja sede deveria ser a fábrica de Sanfins.
  • Dias depois, a 20 desse mesmo mês e ano, decorreu novo encontro com a presença dos Engºs Simões Pontes, Madaíl e Vital Rodrigues, onde se analisou o projecto dos Estatutos da nova União e a 23 de Março de 1962 no Cartório Notarial de Arouca, foi lavrada a escritura de constituição da União de Cooperativas de Produtores de Leite de Entre Douro e Vouga, subscrita pelos representantes legítimos das cooperativas que a fundaram.
  • Assim nasceu a LACTICOOP.
  • Cinquenta anos passados, recordo com emoção e respeito a memória de todos os produtores de leite entretanto falecidos e dos Engºs Manuel Simões Pontes e Agostinho Pinto Cardoso, que tanto contribuíram para a criação da LACTICOOP e tivessem sido ultrapassados muitos dos obstáculos dos seus primeiros tempos de vida.
  • Cinquenta anos depois o País vive uma crise profunda e os produtores de leite enfrentam enormes dificuldades.
  • São tempos de angústia e de incerteza mas foi em tempos de grandes tribulações que os Produtores de Leite e suas Organizações souberam fazer de todas as suas fraquezas a força necessária para ultrapassar e vencer os desafios, fazendo do sector um exemplo de organização e sucesso.
  • Não são menos determinados nem menos capazes os actuais Produtores de Leite que aos fundadores da União sucederam e a quem eu saúdo neste momento de celebração e memória, certo de que, curtidos pelas dificuldades que os desafiam, saberão enfrentar o presente, na esperança de um futuro diferente e melhor.
  • O Presidente da Assembleia Geral da Lacticoop
    Telmo Pato
2012 - Lacticoop - União de Cooperativas de entre Douro e Mondego | By: Criamagin