A LACTICOOP
VISÃO
Posicionar a Organização como
um parceiro efetivo no esforço
de modernização da agricultura regional,
que se deverá refletir na melhoria das
condições de vida dos seus Agricultores.
MISSÃO
de leite e assegurar, por outro lado,
o desenvolvimento de outras áreas de negócio complementares que possibilitem um melhor aproveitamento das capacidades instaladas na Organização.
VISÃO
Posicionar a Organização como
um parceiro efetivo no esforço
de modernização da agricultura regional,
que se deverá refletir na melhoria das condições
de vida dos seus Agricultores.
MISSÃO
Potenciar, por um lado, o “negócio do leite”
através da prossecução de melhores padrões
de eficiência técnico-económica na produção
e de qualidade na recolha de leite e assegurar,
por outro lado, o desenvolvimento de outras
áreas de negócio complementares que
possibilitem um melhor aproveitamento
das capacidades instaladas na Organização.
OBJETIVOS
Crescimento do volume de recolha
de leite através de:
Fidelização dos produtores atuais;
Angariação de novos produtores;
Diversificação de atividades, quer para áreas que interessam ao "negócio do leite", quer para outras;
Racionalização dos custos de gestão;
Valorização da matéria-prima entregue pelos produtores e a garantia de escoamento de toda a sua produção;
Prestar serviços aos produtores, com qualidade continuamente melhorada, contribuindo para um nível elevado de produtividade e qualidade das explorações agrícolas;
Promover e fomentar ações que visem o desenvolvimento económico e social nas regiões onde a LACTICOOP opera;
COOPERATIVAS
COOPERATIVAS
A NOSSA
HISTÓRIA
QUEM
SOMOS?
A Lacticoop é a União de Cooperativas de entre Douro e Mondego, que ao longo dos tempos bem tem representado o movimento cooperativo do sector do leite e de lacticínios.
A Cooperativa Agrícola dos Produtores de Lacticínios de Arouca, a Cooperativa Agrícola de Lacticínios de Sanfins
e Cooperativa Agrícola de Lacticínios do Vale do Vouga uniram-se e constituíram a UNIÃO DAS COOPERATIVAS DE LACTICÍNIOS DE ENTRE DOURO E VOUGA, que se dedicava à receção e transformação de leite.

Concretização do arranque da atividade de produção de queijo, adotando a marca Gresso, nome de um pequeno rio, afluente do rio Vouga, que passa junto à fábrica de Sanfins.

Foi alargando substancialmente a sua área de recolha incorporando outras cooperativas concelhias, passando
a designar-se oficialmente de Lacticoop - União de Cooperativas de Produtores de Leite de Entre Douro
e Mondego, para dar relevo ao alargamento a Sul.

Realizou-se a transferência das funções de recolha
e concentração do leite até então exercidas pela
Federação dos Grémios da Lavoura para a LACTICOOP.

Delegação nas Cooperativas da atividade de recolha de leite. Iniciou-se a transferência das funções de recolha da União para as Cooperativas associadas, com vista a uma maior identificação e reforço dos laços que unem os produtores associados às suas Cooperativas de base, na medida em que estavam reunidas as condições técnico-
-económicas para tal.

Tendo em vista o melhoramento da genética animal nas explorações agrícolas, e consequente melhoria dos níveis da quantidade e qualidade do leite, foi criado o serviço de recria de novilhas.

Início do Serviço de Inseminação artificial com vista
à melhoria genética e sanitária do efectivo pecuário das explorações leiteiras, permitindo uma melhor programação da atividade do produtor na vertente temporal e tipológica do sémen. Para além disso, resolveu o problema das incompatibilidades sanguíneas, permitindo ainda melhorar as características específicas do leite produzido como
a gordura, proteína e outras.

Arranque de nova Unidade Fabril de produtos lácteos frescos. Iniciou-se a produção e comercialização de alguns produtos frescos derivados do leite, tais como, o queijo fresco com polpa de fruta e iogurtes.
Foi ainda criada uma rede de locais de recolha de leite de ovelha, iniciando-se a produção de queijo de ovelha com as marcas Serras do Côa e Quinta de Vila Nova.

Lançamento no mercado do leite selecionado
Matinal, o primeiro a ser certificado no país, que rapidamente mereceu a confiança dos consumidores, mantendo-se ainda hoje como a principal marca de referência no mercado dos produtos lácteos.

A LACTICOOP U.C.R.L., a AGROS U.C.R.L., e a PROLEITE C.R.L. criam a LACTOGAL – PRODUTOS ALIMENTARES, S.A. responsável por toda a atividade comercial e industrial das três organizações. Então, a LACTICOOP passa a focar-se na recolha e transporte de leite cru e na prestação de serviços aos Produtores de Leite.

Criação de uma unidade fabril de Misturas automatizada para o fabrico do alimento composto (Misturas), centro de nutrição animal e abastecimento de alimentos, prestando assim um apoio técnico especializado na alimentação animal e na formulação de arraçoamentos, com o objetivo de proporcionar uma alimentação equilibrada ao mais
baixo custo.

Criação de uma rede de lojas agro-rurais denominada
de Terra a Terra, sustentada nas infraestruturas
e estabelecimentos das Cooperativas aderentes,
e criação de uma Central de compras, de vendas e de prestação de serviços, gerando economias de escala
e reforçando sinergias.

A Lacticoop passa a ser reconhecida como a primeira Organização de Produtores de Leite e Produtos Lácteos de Vaca (OP), aumentando a relevância do seu papel na valorização do Leite Cru de Vaca, produzido nas explorações leiteiras dos Membros Associados.

Primeiro Encontro do Setor Cooperativo Leiteiro,
organizado pela FENALAC em colaboração
com a Lacticoop, Agros e Proleite.

Inicio da certificação em bem-estar animal de todas as explorações leiteiras do universo Lactogal pelo referencial Welfare Quality (WQ)®


A Cooperativa Agrícola dos Produtores de Lacticínios de Arouca, a Cooperativa Agrícola de Lacticínios de Sanfins e Cooperativa Agrícola de Lacticínios do Vale do Vouga uniram-se e constituíram a UNIÃO DAS COOPERATIVAS DE LACTICÍNIOS DE ENTRE DOURO E VOUGA, que se dedicava à receção e transformação de leite.

Concretização do arranque da atividade de produção de queijo, adotando a marca Gresso, nome de um pequeno rio, afluente do rio Vouga, que passa junto à fábrica de Sanfins.

Foi alargando substancialmente a sua área de recolha incorporando outras cooperativas concelhias, passando a designar-se oficialmente de Lacticoop - União de Cooperativas de Produtores de Leite de Entre Douro e Mondego, para dar relevo ao alargamento a Sul.

Realizou-se a transferência das funções de recolha e concentração do leite até então exercidas pela Federação dos Grémios da Lavoura para a LACTICOOP.

Delegação nas Cooperativas da atividade de recolha de leite. Iniciou-se a transferência das funções de recolha da União para as Cooperativas associadas, com vista a uma maior identificação e reforço dos laços que unem os produtores associados às suas Cooperativas de base, na medida em que estavam reunidas as condições técnico-económicas para tal.

Tendo em vista o melhoramento da genética animal nas explorações agrícolas, e consequente melhoria dos níveis da quantidade e qualidade do leite, foi criado o serviço de recria de novilhas.

Início do Serviço de Inseminação artificial com vista à melhoria genética e sanitária do efetivo pecuário das explorações leiteiras, permitindo uma melhor programação da atividade do produtor na vertente temporal e tipológica do sémen. Para além disso, resolveu o problema das incompatibilidades sanguíneas, permitindo ainda melhorar as características específicas do leite produzido como a gordura, proteína e outras.

Arranque de nova Unidade Fabril de produtos lácteos frescos. Iniciou-se a produção e comercialização de alguns produtos frescos derivados do leite, tais como, o queijo fresco com polpa de fruta e iogurtes.
Foi ainda criada uma rede de locais de recolha de leite de ovelha, iniciando-se a produção de queijo de ovelha com as marcas Serras do Côa e Quinta de Vila Nova.

Lançamento no mercado do leite selecionado Matinal, o primeiro a ser certificado no país, que rapidamente mereceu a confiança dos consumidores, mantendo-se ainda hoje como a principal marca de referência no mercado dos produtos lácteos.

A LACTICOOP U.C.R.L., a AGROS U.C.R.L., e a PROLEITE C.R.L. criam a LACTOGAL – PRODUTOS ALIMENTARES, S.A. responsável por toda a atividade comercial e industrial das três organizações. Então, a LACTICOOP passa a focar-se na recolha e transporte de leite cru e na prestação de serviços aos Produtores de Leite.

Criação de uma unidade fabril de Misturas automatizada para o fabrico do alimento composto (Misturas), centro de nutrição animal e abastecimento de alimentos, prestando assim um apoio técnico especializado na alimentação animal e na formulação de arraçoamentos, com o objetivo de proporcionar uma alimentação equilibrada ao mais baixo custo.

Criação de uma rede de lojas agro-rurais denominada de Terra a Terra, sustentada nas infraestruturas e estabelecimentos das Cooperativas aderentes, e criação de uma Central de compras, de vendas e de prestação de serviços, gerando economias de escala e reforçando sinergias.

A Lacticoop passa a ser reconhecida como a primeira Organização de Produtores de Leite e Produtos Lácteos de Vaca (OP), aumentando a relevância do seu papel na valorização do Leite Cru de Vaca, produzido nas explorações leiteiras dos Membros Associados.

Primeiro Encontro do Setor Cooperativo Leiteiro, organizado pela FENALAC em colaboração com a Lacticoop, Agros e Proleite.

Inicio da certificação em bem-estar animal de todas as explorações leiteiras do universo Lactogal pelo referencial Welfare Quality (WQ)®
ORGÃOS SOCIAIS
ASSEMBLEIA GERAL
DIREÇÃO
CONSELHO FISCAL
PRESIDENTE
Joaquim de Andrade Duarte Reis
VICE-PRESIDENTE
Manuel Lindo Cardoso
SECRETÁRIO
Nuno Filipe Neto da Cruz
SECRETÁRIO
João Costa dos Santos
PRESIDENTE
José de Jesus Oliveira Marques
ADMINISTRADOR
Mário Alberto Rodrigues Nogueira
ADMINISTRADOR
Diana Teresa Sintra de Carvalho
ADMINISTRADOR
Avelino dos Santos Pé Leve
ADMINISTRADOR
Filipe André Torres Maricato
PRESIDENTE
Carlos Dias Mota
VOGAL
Manuel Joaquim Rodrigues Simões
VOGAL
António Lopes Vieira
PARTICIPAÇÕES











